A teoria dos gêneros literários e o estatuto da narrativa simples de Platão
O texto inicia com um breve comentário sobre a obra de Esaú e Jacó, onde a interpretação e o entendimento não e fácil exige esforço físico e mental, dessa forma o caminho entre o leitor e o texto se faz complexo exige acompanhamento de dicionários e leitor deve buscar inferências de leituras antigas.
Pela teoria texto e leitor seriam possíveis de entendimentos o leitor compreenderia a mensagem do texto e poderia prever o fim da leitura.
O texto relata também do leitor teorizador devido as suas longas experiências de leituras. Agora já não e apenas receptor de informações, ele do sentido a ela.
O autor retrata a critica da teoria entendida como leitura individual, mas se sabe que nossa leitura sempre nos leva ao coletivo, ate mesmo a texto tradicional. A leitura e então, interação, criação de sentimentos particulares. A teoria sugere modelos .A teoria literária não se difere de outras teorias
A epopéia e o texto sempre foram objetos preferenciais de reflexão devido à maneira de como era transmitido. A tragédia e a comedia foram conhecidos em grandes escalas como reflexões de arte na vida oficial da Polis
O texto teatral sempre esteve ligado à vida publica, enquanto a lírica, seu destino, seu telespectador eram os nobres. Antes a epopéia homérica eram restrita aos nobres , porem torna se populares. Inúmeros públicos assistiram e aclamaram a encenação. E enfocado duas categorias de poeta: aqueles que narra e mimetizam, Platão condena a narrativa mimética cujo exemplo e o teatro .
O diritambo encontrado na tragédia e na comedia e um exemplo de narrativa mimética. Platão opta pela narrativa simples onde o poeta fala espontaneamente. a diferença da narrativa mista para a narrativa simples depende do uso de processos miméticos onde o poeta mimetiza o discurso de suas personagens . O poeta fala como se tivesse incorporando a personagem.
A elaboração da teoria platônica parte da epopéia e o teatro, surgindo ai a narrativa. A narrativa simples seria uma tradução que não reduz o caráter mimético de um texto apenas a ocorrência a sua personagens, ele dramatiza o discurso do outro.
Existe na obra VOCAÇÃO de Platão dos gêneros literários a tragédia e a comedia.
Platão e visto como o discípulo de Sócrates
No livro III de republica percebe se que PLATÃO faz uma dura critica na tragédia. Tal critica e herança socrática. A critica de PLATÃO e apontada como a mais profunda do que a critica socrática, já que envolve a ética acerca dos estudos antropológicos da tragédia.
Em a INVENÇÃO DA ALMA, o autor tece comentário em a lama e a cidade. A primeira passa colidir com a segunda.
Para o autor e de estrema importância compreender a invenção da alma denominada detragica. Platão faz uma critica a ela.
A alma pela a imortalidade e pensada como um daimon que reside no corpo e seu movimento. Sua sobrevivência ao corpo gera o ciclo de reencarnações.
Isto que foi exporto e apenas um ensaio sobre o surgimento da alma forte. Sócrates se tem por preocupação tornar a alma o centro ético-político da cidade. Quando lembramos da frase “conheça a timesmo’’ percebe se que e um convite para o ser humano cuidar de sua alma de seu estado de espírito”.
Quando se fala da alma, refere se a alma do mundo antigo. Ela estava em confronto com a polis, o que resulta em uma tragédia. A tragédia provoca copmplicaçoes no interior da alma individual, conseqüentemente a polis também será atingida.
Ao nos referirmos a alma individual pode fazer alusão a Édipo como um exemplo: o personagem e seu destino são açoitados por um daimon cru. Cada vez que tenta fugir de seu destino ele acaba indo ao encontro dele.
O autor cita Hmeagamêmon de Esquilo. Para chegar ate Tróia terá que sacrificar a filha Ifigênia, porem apressa se a realizar o homicídio.
O personagem citado e menos inocente do que Édipo: ambos sujeitam a vontade das Moiras. Porem Hmeagamêmon tem sua vontade contaminada pela a ação e vontade interiorizada na alma.
Na seqüência de Fedro e o momento em que Sócrates profere o discurso sobre o amor. Porem Sócrates e provocado por Fedo esse por sua vez lhe oferta um tema. Sabe se que Sócrates é rotulado como amante de discurso, sendo assim não poderia de deixar de fazê-lo.
Á principio ele invoca as Musas, dramatiza o discurso do amante de um belo jovem, onde muitas vezes surge interrupções.
A uma segunda interrupção, onde o mesmo se recusa a continuar colocando uma finalidade no discurso. A sua justificativa era pelo o fato de que já havia proferido versos épicos. Caso Sócrates continuasse era o mesmo que se entregassem as Ninfas.
O texto faz uma observação acerca do discurso escrito em Lisias avançado pela mimese e o próprio dialogo. Dessa forma não existe ai uma narrativa, o que existe e um dramatizado por Sócrates.
E retratado aqui que a narrativa homérica e o ponto inicial servindo para o exercício de reescritura, surgindo ai a narrativa simples.
Homero e apontado como uma fonte de epopéias e dramas. Ele e visto como o melhor dos poetas e os primeiros dos tragediografos.
O autor ainda cita Estesicoros cuja palinodia sobre Elena recuperou sua visão. De outro lado, o mesmo autor comenta que o caminho adequado para atingi se a simplicidade da verdade seria um discurso simples, onde evitaria os riscos da disputa entre poesia e filosofia que segundo Sócrates e muita antiga.
O autor narra em relação à cidade e alma que esta ultima trágica surge um individuo pouco autônomo e racional.
No jogo sofistico aparece um individuo e alma. Para Platão demonstra compreender qual e a sugestão da tragédia e no sujeito projeto de reconstruir uma cidade com base na Paidéia.