segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A crueldade do destino


Resumo Rei Édipo

            A tragédia Sófocles, sofre uma tradução de adaptação livre para televisão, Gianfrancesco Guarnieri e Fernando Peixoto encontraram uma forma de traduzir o texto teatral sem deixar que o texto perdesse totalmente sua identidade.
            Depois de o texto ter passado pelo processo de recriação foi analisado e comparado com o texto base fonte sofocleano.
            Como foi relatado no texto sabe se que essa peça teatral e de grande audiência em Antena (Grécia). Graças  ao processo de reaproveitamento  o mito clássico  não perdeu totalmente sua origem.
            Finalmente a tragédia se deslocado do papel para uma nova realidade, a televisão. A peça teatral não e como nas novelas e filmes que assistimos hoje em dia que tem varias cenas ao mesmo tempo, na peça teatral e realizada por partes somente as senas que os atores estão atuando. O texto foi transformado em ação, representação ele não e mais narrado, agora o personagem agi por conta própria, ele mesmo narra sua fala, termina uma cena e imediatamente começa uma outra e de forma alguma o palco pode ficar vazio, pois, tem que chamar a atenção do publico conforme continua a historia.
            Com base no texto, Édipo e filho de Laio e Jacosta, ele nasceu em Tebas.         A profecia de Delfos anuncia que Laio morreria pelas mãos de seu filho Édipo e possuiria a sua mãe como esposa.
            Laio desesperado tenta fazer com que a profecia não se cumpra e tenta de qualquer forma acabar com a vida de Édipo antes que ele acabasse com a sua. Logo que Édipo nasceu Laio, para extinguir a profecia perfurou os tornozelos de Édipo para que não se movesse, foi dai que originou o significado do nome de seu filho ''Pe inchado''e entregou o a um pastor para que se desfizesse dele, entretanto o pastor se compadeceu da criança e não obedeceu às ordens do Rei Laio, esse segredo ficou guardado por muitos anos. Secretamente o pastor levou o menino para uma cidade em Corinto e entregou o menino ao rei por nome Polibos. Polibos e sua mulher criaram Édipo como se fosse seu filho legitimo.
            Édipo tendo crescido consultou o oráculo, mas ele não disse quem era seus pais verdadeiros, mas contou toda a profecia, que Édipo mataria seu pai e se casaria com sua mãe, ele horrorizado se afastou de se Polibos o qual achava que era seu pai e foi embora para outra cidade, tentando fugir, assim como Laio da profecia.
            Édipo não conhecia Laio e os dois Laio e Édipo andava pelas mesmas redondezas, chegando a uma encruzilhada se encontraram e ouve um desentendimento, foi nesse momento que Édipo matou Laio, ele mata e segue caminho para Tebas, ao chegar a Tebas resolveu o enigma da esfinge o qual, estava aterrorizando a cidade, como premio por ter resolvido o problema foi consagrado rei de Tebas e em seguida casou se com Jacosta sua mãe tiveram filhos viveram felizes por muitos anos ate descobrir toda a verdade.
            Logo apos a morte de Laio outra Praga ocorreu na região à fazenda de Édipo estava alastrada por uma epidemia. Creo irmão de sua mulher consultou um adivinho sobre a praga que estava ocorrendo, esse por sua vez disse a Creo que a praga era por conta da morte de Laio e só teria fim quando fosse descoberto quem o teria matado, e acusou Édipo de ser o assassino de Laio, quando Creo falou a Édipo quem era o assassino, automaticamente ele não acreditou, mas aos pouco foi chegando à conclusão dos fatos e descobriu que realmente ele era o assassino de Laio seu pai, descobriu também que seus pais verdadeiros não era aqueles que o criaram, e que sua esposa era sua verdadeira mãe, Édipo desesperado pegou um crucifixo e como punição furou seus dois olhos e ficou para sempre no mundo da escuridão.
   


O plano de estudo eleva o educador


 UnB | UAB | Tecnologias Contemporâneas na Escola 1   

Professora/Professor: Juscilene Teixeira de Araujo



Nome da Atividade
:
                                                     “Arte e História”
 

Fundamentos teóricos:

palavras-chave: Estrutura - Significado, Impacto, Progresso.



Objetivos:
Geral – Apreciar e analisar de forma crítica e reflexiva a obra de arte Guernica situando-a em um contexto estético, teórico, cultural e histórico.        


Específicos-
 - Estudar sobre a obra “Guernica”, de Pablo Picasso, explorando as características estéticas, culturais e históricas da obras;
- Perceber a função social das artes visuais;
- Retratar o clima sombrio do desastre de “Guernica”, obra-prima marco na história da Arte;
- Possibilitar aos alunos diferentes formas de interpretação a partir da releitura da obra “Guernica”;
- Fazer uma leitura exploratória da obra “Guernica” de forma crítica e reflexiva;
- Provocar nos alunos a compreensão dos conteúdos e temas que a pintura “Guernica” oferece, explorando de forma significativa o potencial interpretativo de cada um;



Conteúdo:
- Cubismo e suas fases analíticas e sintéticas.
- Estrutura Linear da obra.             
- As formas clássica e cubista da obra.              
- Os efeitos expressionistas do contraste entre as cores, Preto/branco.  



Tempo: 06 (Seis) aulas.



Metodologia:
1º - Levantamento de informações sobre a pintura “Guernica” e o seu contexto histórico e artístico;
2º - Apanhado geral do tema contextualizando-o para facilitar a compreensão e a percepção artística dos alunos;
3º - Encaminhamento ao laboratório de Informática para visualização da obra “Guernica” de Pablo Picasso, analisando o contexto da época em que a obra foi produzida;
4º - Analisando a estrutura linear da obra, anotando as idéias, emoções e sensações após a observação da obra;
5º - Descrevendo a obra;
6º - Reconstituindo a cena retratada, a partir da visão de mundo de cada um, através de cópia da obra e das informações adquiridas;
7º - Montando um painel com as obras recriadas pelos alunos.


Recursos:
- Livro: Guernica – A história de um ícone do século XX;
- Cópias da obra “Guernica” de Pablo Picasso;
- Computadores para pesquisa;  
- Telas;
- Pincéis;
- Papel;
- Tintas;

               

Avaliação:
A avaliação ocorrerá em etapas. E será utilizado os seguintes instrumentos: a pesquisa em livros e navegação na internet,  leitura crítica,  análise,  descrição escrita da obra; recriação da obra, a montagem do painel. Será observado também o trabalho em equipe; o espírito de solidariedade; a organização e a capacidade de colocar em prática os conceitos abordados; a produção de trabalhos plásticos e o caráter expressivo do trabalho.


Referências:
BARBOSA, Ana Mãe Tavares Bastos. A imagem no Ensino da Arte; anos oitenta e novos tempos. São Paulo; Perspectiva, 1991.
PRUNES, Candido Mendes. Segunda Guerra, Causas e Efeitos. Disponível em: http://www.institutonovoliberal.org.br/publicações.
HENSBERGERN, Gijs Van. Guernica – A história de um ícone do século xx. RJ: Editora José Olympio, 2009.







Um olhar sobre a imagem


A imagem representa o futuro da educação mundial, onde todos sem exceção seja pobre ou rico vão ter acesso a essas tecnologias. Os alunos parece bem interessadas pela aula, afinal e algo novo pra eles. As tecnologias e de grande ajuda para motivar o desenvolvimento dos alunos , ela é uma grande aliada para a inclusão digital, e tem um grande poder para transformar a educação, para que isso ocorra e preciso de educadores qualificados para o corpo docente produzir um bom resultado. O que se observa nesta figura e que futuramente o lápis o papel talvez não inclua mais na lista de material escolar, o que se torna uma despesa a menos para os pais de família, além de diminuir o numero de arvores cortada para produção de papel.

terça-feira, 20 de setembro de 2011


O que você acha da cultura digital na sala de aula?


A meu ver, as tecnologias nas escolas serão de grande ajuda à inclusão digital. Para isso é preciso  professores preparados que saibam lidar com as muitas ferramentas e programas disponível, ate mesmo para que as crianças não se sintam desmotivadas, perdidas com esses novos desafios. Em uma sala de aula digital os educadores tem que estar atento para que os alunos não caiam na tentação de explorar outros programas que não seja o indicado no momento da aula.
O vídeo Buraco no Muro mostra a facilidade que as crianças têm em manusear um computador, só precisam de incentivo, que assim como na Índia, as crianças de todo o mundo tem muita interesse e facilidade em lidar com o mundo virtual.

domingo, 4 de setembro de 2011





A teoria dos gêneros literários e o estatuto da narrativa simples de Platão




            O texto inicia com um breve comentário sobre a obra de Esaú e Jacó, onde a interpretação e o entendimento não e fácil exige esforço físico e mental, dessa forma o caminho entre o leitor e o texto se faz complexo exige acompanhamento de dicionários e leitor deve buscar inferências de leituras antigas.
Pela teoria texto e leitor seriam possíveis de entendimentos o leitor compreenderia a mensagem do texto e poderia prever o fim da leitura.
            O texto relata também do leitor teorizador devido as suas longas experiências de leituras. Agora já não e apenas receptor de informações, ele do sentido a ela.
             O autor retrata a critica da teoria entendida como leitura individual, mas se sabe que nossa leitura sempre nos leva ao coletivo, ate mesmo a texto tradicional.  A leitura e então, interação, criação de sentimentos particulares. A teoria sugere modelos .A teoria literária  não se difere  de outras teorias
            A epopéia e o texto sempre foram objetos preferenciais de reflexão devido à maneira de como era transmitido. A tragédia e a comedia foram conhecidos em grandes escalas como reflexões de arte na vida oficial da Polis
            O texto teatral sempre esteve ligado à vida publica, enquanto a lírica, seu destino, seu telespectador eram os nobres. Antes a epopéia homérica  eram restrita aos nobres , porem torna se populares. Inúmeros públicos assistiram e aclamaram a encenação. E enfocado duas categorias  de poeta: aqueles que narra e mimetizam, Platão condena  a narrativa mimética  cujo  exemplo e o teatro .
            O diritambo encontrado na tragédia e na comedia e um exemplo de narrativa mimética. Platão opta pela narrativa simples onde o poeta fala espontaneamente. a diferença da narrativa mista para a narrativa simples  depende do uso de processos miméticos  onde o poeta mimetiza o discurso  de suas personagens . O poeta fala como se tivesse incorporando a personagem.
            A elaboração da teoria platônica parte da epopéia e o teatro, surgindo ai a narrativa.  A narrativa simples seria uma tradução que não reduz o caráter mimético de um texto apenas a ocorrência a sua personagens, ele dramatiza o discurso do outro.
            Existe na obra VOCAÇÃO de Platão dos gêneros literários a tragédia e a comedia.
Platão e visto como o discípulo de Sócrates
             No livro III de republica percebe se que PLATÃO faz uma dura critica na tragédia. Tal critica e herança socrática. A critica de PLATÃO e apontada como a mais profunda do que a critica socrática, já que envolve a ética acerca dos estudos antropológicos da tragédia.
            Em a INVENÇÃO DA ALMA, o autor tece comentário em a lama e a cidade. A primeira passa colidir com a segunda.
Para o autor e de estrema importância compreender a invenção da alma denominada detragica. Platão faz uma critica a ela.
            A alma pela a imortalidade e pensada como um daimon que reside no corpo e seu movimento. Sua sobrevivência ao corpo gera o ciclo de reencarnações.
             Isto que foi exporto e apenas um ensaio sobre o surgimento da alma forte. Sócrates se tem por preocupação tornar a alma o centro ético-político da cidade. Quando lembramos da frase “conheça a timesmo’’ percebe se que e um convite para o ser humano cuidar de sua alma de seu estado de espírito”.
            Quando se fala da alma, refere se a alma do mundo antigo. Ela estava em confronto com a polis, o que resulta em uma tragédia. A tragédia provoca copmplicaçoes no interior da alma individual, conseqüentemente a polis também será atingida.
            Ao nos referirmos a alma individual pode fazer alusão a Édipo como um exemplo: o personagem e seu destino são açoitados por um daimon cru. Cada vez que tenta fugir de seu destino ele acaba indo ao encontro dele.
            O autor cita Hmeagamêmon de Esquilo. Para chegar ate Tróia terá que sacrificar a filha Ifigênia, porem apressa se a realizar o homicídio.
            O personagem citado e menos inocente do que Édipo: ambos sujeitam a vontade das Moiras. Porem Hmeagamêmon tem sua vontade contaminada pela a ação e vontade interiorizada na alma.
            Na seqüência de Fedro e o momento em que Sócrates profere o discurso sobre o amor. Porem Sócrates e provocado por Fedo esse por sua vez lhe oferta um tema. Sabe se que Sócrates é rotulado como amante de discurso, sendo assim não poderia de deixar de fazê-lo.
            Á principio ele invoca as Musas, dramatiza o discurso do amante de um belo jovem, onde muitas vezes surge interrupções.
A uma segunda interrupção, onde o mesmo se recusa a continuar colocando uma finalidade no discurso. A sua justificativa era pelo o fato de que já havia proferido versos épicos. Caso Sócrates continuasse era o mesmo que se entregassem as Ninfas.
            O texto faz uma observação acerca do discurso escrito em Lisias avançado pela mimese e o próprio dialogo. Dessa forma não existe ai uma narrativa, o que existe e um dramatizado por Sócrates.
            E retratado aqui que a narrativa homérica e o ponto inicial servindo para o exercício de reescritura, surgindo ai a narrativa simples.
            Homero e apontado como uma fonte de epopéias e dramas. Ele e visto como o melhor dos poetas e os primeiros dos tragediografos.
            O autor ainda cita Estesicoros cuja palinodia sobre Elena recuperou sua visão. De outro lado, o mesmo autor comenta que o caminho adequado para atingi se a simplicidade da verdade seria um discurso simples, onde evitaria os riscos da disputa entre poesia e filosofia que segundo Sócrates e muita antiga.
            O autor narra em relação à cidade e alma que esta ultima trágica surge um individuo pouco autônomo e racional.
No jogo sofistico aparece um individuo e alma. Para Platão demonstra compreender qual e a sugestão da tragédia e no sujeito projeto de reconstruir uma cidade com base na Paidéia.




sexta-feira, 26 de agosto de 2011


As Tecnologias nas Escolas

As tecnologias nas escolas





Esta aproximando o tempo
que não será preciso usar
o lápis o papel, nem a borracha pra apagar.
este é o mundo virtual
basta um clik pra navegar
e o mundo do computador quem não adaptar pra traz vai ficar.


As tecnologias que era tão sonhada,
já estar no meio de nos
basta um clik para ser usada.(2x)


Os quadros negros nas escolas esta sendo abandonados
professores a distancia já esta sendo preparados
temos que adaptar precisamos estudar se não seremos prejudicados e para trás vamos ficar.


As tecnologias que era tão sonhada
já estar no meio de nos
basta um clik para ser usada.(2x)



Senti na obrigação das tecnologias mim adequar
pois preciso de um blog pros meus estudos continuar
a inclusão tecnológicas precisamos incentivar
temos direitos iguais a exclusão tem que acabar.

As tecnologias que era tão sonhada,
já estar no meio de nos basta um clik
para ser usada.(2x)